Sindaesp Informa

Edição nº 057 - São Paulo, 27 de abril de 2017.

Workshops debaterão novas oportunidades de negócios

Inscrições Gratuitas*.
Clique aqui

Se você é empresário do setor de consultoria em gestão e treinamento e está buscando novas oportunidades e reflexões para a sua empresa participe do CONEXÃO 2017.

Datas: dias 08/05; 09/05 e 11/05

Local:
FecomercioSP – Rua Doutor Plínio Barreto, 285
Bela Vista - São Paulo - SP | das 19:30 às 22:00h.

Realização:
Sindaesp - Sindicato das Empresas de Administração no Estado de São Paulo


Confira a programação:

DIA 08/05/2017

SERVIÇOS INOVADORES NA ERA DA EXPERIÊNCIA

  • O comportamento e a geração de valor;
  • O que significa a "experiência" e a "percepção";
  • O que aprender com as startups para a própria reinvenção;
  • Como nos transformar neste processo de evolução.

Palestrante: Paulo Queija

Empreendedor da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, Vice-Diretor Regional da ABRH-SP Regional Baixada Santista, Facilitador do Grupo de Estudos de "Liderança Inovadora e Empreendedorismo" da ABRH-SP Reg. Baixada Santista. Atua há mais de 20 anos com desenvolvimento em Empreendedorismo, Redes Setoriais, Liderança, Excelência em Gestão, Inovação e Performance, em empresas como Sebrae Nacional, Senac Saúde, Sky, Hospital Guilherme Álvaro, Indaiá Logística Internacional, entre outras.

DIA 09/05/2017

VENDER OU SER COMPRADO?

  • Propósito pessoal e organizacional;
  • Onde você está investindo o seu tempo?
  • Como criar uma Proposta Única de Vendas?
  • Métodos funcionais de prospecção e negociação e venda contemporânea.

Palestrante: Fabio Torres

Empreendedor, líder, networker, negociador e vendedor por opção,
responsável pela difusão metodologia EnVendas no Brasil e pelas
franquias BNI (Business Network International) em Guarulhos e na
Região Metropolitana de Sorocaba. Desde 2003, Fábio já capacitou mais de 9.500 profissionais e atualmente faz gestão de mais de 300 empreendedores e empresários na cidade de Guarulhos e Região Metropolitana de Sorocaba. Formado em marketing; pós-graduado em gestão empresarial; cursou os módulos 101 e 202 de AT (Análise Transacional) - psicologia da comunicação social.

DIA 11/05/2017

MODELOS DE NEGÓCIOS E ORGANIZAÇÕES EXPONENCIAIS

  • O que é uma organização exponencial;
  • As características, os atributos e as implicações das organizações exponenciais;
  • Value proposition design;
  • Como transformar uma empresa em uma organização exponencial.

Palestrante: Maria Augusta Orofino

Uma das pioneiras e um dos grandes nomes envolvidos no desenvolvimento de Modelos de Negócios Inovadores e em Design Thinking no Brasil. Atua como palestrante ou facilitadora de workshops e treinamentos empresariais em todo o Brasil e no exterior. Nos últimos cinco anos treinou e/ou capacitou mais de 6.000 pessoas no tema de Inovação e Modelos de Negócios. Mestre em Gestão do Conhecimento com cursos de extensão realizados na Duke University e UC Berkeley – USA e Universidade de Barcelona – Espanha. É consultora organizacional e em empreendedorismo há mais de 20 anos. Foi coordenadora do programa INOVASC entre 2011 e 2013, responsável pela implantação de 13 polos de inovação em Santa Catarina. É coautora do livro Business Model You e Ferramentas Visuais.

Informações: (11) 4119-0174.

*Inscrições Gratuitas: doação de um pacote de fraldas para uma entidade assistencial.

Apoios:
ABRH - Associação Brasileira de Recursos Humanos
ADM - Associação Brasileira de Administração
Elmma
FecomercioSP - Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo

 
Vendas no comércio eletrônico paulista caíram 1,4% em 2016

 

Fonte: FecomercioSP

No acumulado de 2016, as vendas do comércio eletrônico paulista registraram queda de 1,4% - segundo ano consecutivo de desempenho negativo no acumulado do ano. Os resultados compõem a pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), realizada por meio do seu Conselho de Comércio Eletrônico, em parceria com a Ebit.

A participação do e-commerce nas vendas do varejo paulista no quarto trimestre ficou em 3,1%, leve alta de 0,1 ponto porcentual (p.p.) na comparação com o mesmo período de 2015. Já o número de pedidos, no período, caiu 3,2%: de 12,413 milhões no quarto trimestre de 2015, para 12,014 no mesmo período de 2016. O valor médio por pedido subiu 9,2%, passando dos R$ 381,52 para R$ 416,64, no comparativo com o quarto trimestre de 2015.

Ao longo de todo o ano de 2016, entre as dezesseis regiões analisadas pela PCCE, apenas três registraram aumento das vendas: Capital (8,4%), ABCD (5,8%) e Osasco (2,2%). Os piores desempenhos foram observados nas regiões de Marília (-23,3%), Presidente Prudente (-18,9%) e Litoral (-17,4%).

 

Fonte: Exame.com

Na maioria das vezes, os empreendedores não têm todo o dinheiro que precisam para tirar uma ideia do papel. Por isso, é muito importante fazer um planejamento antes de colocar a mão na massa. Só assim você vai saber quanto realmente o negócio vai demandar. A EXAME.com conversou com especialistas e listou nove opções.

Friends, family and fools:  O modelo de financiamento “3Fs” é bastante conhecido e adotado por novos empreendedores no Brasil e no mundo. É o clássico pedir dinheiro emprestado para parentes ou amigos.

Crowdfunding: Financiamento coletivo, geralmente feito através da internet e bancado por pessoas físicas que se interessam pelo projeto e gostariam de vê-lo funcionando. Como não há limite de participantes, as contribuições começam em um valor bastante acessível, o que aumenta o potencial de participação e sucesso da campanha.

Equity crowdfunding: É bem parecido com o crowdfunding comum. A diferença é que, ao invés de receber um produto ou serviço como recompensa pelo “apoio financeiro”, os participantes recebem uma parcela da futura companhia como recompensa. Ou seja, é como se eles estivessem comprando uma parte da empresa.

Empréstimo bancário: É a opção mais clássica e talvez a primeira que vem à cabeça de muitos novos empreendedores. É geralmente a mais cara. Bancos de fomento como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e bancos públicos como o Banco do Brasil, além de instituições privadas, costumam ter linhas destinadas a pequenas e médias empresas recém-nascidas.

Incubadora: Se a ideia de negócio for uma startup, mas ela ainda está prematura e precisa ser lapidada antes de receber um aporte financeiro, é possível fazer isso dentro de uma incubadora. As incubadoras são ligadas a instituições de ensino e universidades que apoiam os empreendedores novatos.

Aceleradora: É uma espécie de evolução da incubadora. Ela escolhe startups com grande potencial de crescimento e oferece apoio financeiro, estrutura, consultoria e treinamento em troca de uma participação no capital da nova empresa. Há no Brasil uma série de aceleradoras, como a Oxigênio, da Porto Seguro.

Investidor-anjo: Se a ideia é não misturar negócios e família ou se avaliar que é arriscado partir para o crowdfunding, uma alternativa é encontrar um ou mais investidores-anjo. São pessoas físicas que usam seu capital para investir em novas empresas que tenham alto potencial de crescimento, como as startups.

Capital-semente: A lógica do capital-semente é a mesma do investidor-anjo. A diferença é que o investidor-anjo é uma pessoa física, enquanto que o capital-semente vem de uma pessoa jurídica, através de um fundo de investimento, por exemplo.
“Neste caso, as empresas que o capital-semente foca estão ainda em estágio inicial, mas em um segundo degrau. Já possuem uma estrutura, clientes, produtos definidos etc. Não são mais uma ideia ou plano no papel.

Venture capital: Diferente do investidor-anjo e do capital-semente, o venture capital é um modelo de financiamento para PMEs (pequenas e médias empresas) que já deixaram a fase inicial para trás, mas ainda necessitam de recursos para conseguir atingir seu potencial máximo.

(Anderson Figo, Exame.com)

 
A reforma trabalhista pode impactar o eSocial?

A aprovação do texto básico da reforma trabalhista pela comissão especial da Câmara dos Deputados suscitou dúvidas daqueles que acompanham o assunto eSocial e que se preparam para concluir a adequação de sua infraestrutura para a implantação do programa em suas empresas.

Sem descer em detalhes, as principais modificações trazidas pelo texto aprovado apontam na direção de uma considerável mudança nas regras trabalhistas, tais como:

    1. Contrato temporário
    2. Férias
    3. Banco de horas
    4. Jornada de trabalho parcial
    5. Terceirização
    6. Demissão
    7. Negociado sobre o legislado
    8. Pagamento da hora “in itinere”
    9. Contribuição Sindical obrigatória

Uma vez aprovada pelo plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado, trará grandes modificações operacionais ao eSocial. Mais que isso, tais mudanças demandarão uma nova versão do programa, dado o peso, a abrangência e a qualidade das mesmas.

Neste caso, o impacto atingirá o cronograma de implantação atual, requerendo que o Comitê Gestor emita uma nova resolução alterando-o.

Vivemos em um país efervescente politicamente, com todos os seus meandros turbulentos que movimentam seus cidadãos e cidadãs. As reformas em tramitação ou no “prelo”, quais sejam, trabalhista, previdenciária, tributária/fiscal e política trazem uma bandeja cheia de interesses e preocupações desde a pessoa comum até o empresário, o empregado, o sindicalista, o aposentado, o profissional liberal, etc.

A consequência imediata dessa efervescência é a insegurança jurídica que deixa as empresas sem saber o quanto investirão e por quanto tempo, antes de passarem a usufruir desse novo programa.

 
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